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Reflexões sobre o Direito
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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Profeta Gentileza

Originário de família humilde, trabalhava na terra, puxava carroça, e na lida com os animais, aprendeu a amansar burros para o transporte de carga. 
Tempos depois, como Profeta Gentileza (ou José Agradecido - 1917-1996) dizia: "amansador dos burros homens da cidade que não tinham esclarecimento",  e acusava o amor pelo dinheiro de ser a origem de todos os males, por isso ele denunciava e escrevia o "capeta capetal"


quarta-feira, 2 de junho de 2010

Divagações sobre o Processo Judicial II

“... Talvez nenhum de nós tenha o coração duro; talvez todos nós apreciemos socorrer os acusados; apenas que como funcionários da justiça muito facilmente assumimos a aparência de ter o coração duro e de não querer ajudar ninguém. Aí está algo que lamento muito.”
Franz Kafta  in O processo

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Naming Rights

Naming Rights - O modelo de concessão, autorizado pelo projeto, no marketing esportivo e cultural chama-se Naming Rights. A prática é bastante comum entre empresas, que compram ou alugam o nome de algum estabelecimento de espetáculos culturais ou esportivos. Firmado o contrato, prevê o projeto, o estádio do Atlético Paranaense passará a denominar-se "Arena Copel".


"Os valores provenientes do contrato de concessão, a ser firmado com a Copel, deverão ser aplicados exclusivamente na execução das obras de adequação da Arena Copel, visando dar cumprimento às exigências da Fifa e ao caderno de providências do qual o Governo do Estado é signatário", diz o artigo 3º do projeto.

A adequação completa, estimada em R$ 184 milhões, compreende obras no entorno e a conclusão do estádio. A prefeitura de Curitiba investirá R$ 46,5 milhões em infraestrutura no entorno. Já as obras no estádio estão estimadas em R$ 138 milhões - R$ 25 milhões financiados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). a Copel poderá participar com R$ 40 milhões.

"E o naming rights Arena Copel".

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Divagações sobre o processo judicial I

"O processo é assim! Não é como um lanche do Mc Donalds que pede e em minuti está pronto!".

Quem disse foi um funcionário de um órgão judicial.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

o amor e a aliança

Encontrei nas páginas do livro "Desfiz 75 anos" de Rubens Alves o texto abaixo:


"Assim é o amor. A gente é cavalo selvagem que ninguem cavalga. Como se fôssemos uma fúria em repouso. Olham para gente com medo e assombro. De longe, porque de perto pode ser perigoso. Aí acontece de a gente se apaixonar por uma mulher. E o cavalo selvagem fica com vontade de carregar aquela menina nas suas costas. Aproxíma-se dela então relinchando mansamente e dizendo: "monta nas minhas costas". A mulher amada aceita o convite, mas não monta em pelo. Vai pondo arreio, freio, barrigueira, rabicho, espora...
Aí então ela monta o cavalo outrora selvagem e sai pelo mundo numa marchinha mansa, ploc, ploc, ploc, ploc. O cavalo selvagem se esqueceu dos seus voos e agora só pensa na sua amada. Quando ela chega a seu destino, amarra o cavalo numa árvore e ele fica lá sem protestar, com paciência infinita, trocando pernas, espantando mosquitos com o rabo enquanto pensa que qualquer sacrifício vale por causa da mulher que ele ama.
Não pense que ela vai jamais abandonar aquele cavalo. Cavalo marchador forte é para o resto da vida. União indissolúvel, até que a morte os separe...

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

artigo de conclusão curso de pós-graduação em filosofia

Descontadas algumas incorreções, conhecamos a TEORIA CRÍTICA em texto do artigo para conclusão do curso de especialização em Filosofia: O conhecimento humano na UEM - Universidade Estadual de Maringá, sob orientação do Prof. Dr. Robespierre de Oliveira.



sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Brasileiros não confiam na JUSTIÇA

Estudo da Fundação Getúlio Vargas revela que 71% (da amostra de 1.588 em sete regiões metropolitanas) questionam a honestidade e a imparcialidade do Judiciário, classificando-as como "nada ou pouco" confiáveis.

Ainda, 59% afirmaram que o acesso é inexistente ou difícil ao judiciário.

Os custos judiciais são considerados altos para 78% das pessoas.

Para 60,6% o setor é pouco ou nada competente para solucionar conflitos.

93,4% acredita que o Judiciário resolve os conflitos de forma muito lenta

mais informações: clique aqui